Hoje em dia as redes sociais são usadas para praticamente tudo, desde procurar emprego, comprar casa, recuperar amizades antigas e até mesmo encontrarmos o amor da nossa vida. Mas e se também pudéssemos usar as novas tecnologias para encontramos um novo companheiro de quatro patas?

Foi precisamente isso que a psicóloga Andreia Freitas, 42, de Santo André, em São Paulo pensou quando decidiu criar a Tinder Pet.

Inspirada no Tinder, uma aplicação direccionada para encontros românticos entre pessoas, usando os dados dos seus perfis do Facebook e do Spotify, e claro, da sua localização geográfica para indicar as melhores combinações de acordo com as suas personalidades, o Tinder Pet foi criado com a intenção de conectar animais abandonados com novas famílias, facilitando todo o processo e permitindo assim que as pessoas que estejam interessadas em adoptar um animal encontrem a sua companhia perfeita.

Segundo Andreia, a plataforma irá incluir animais saudáveis, castrados e vacinados que estão sob os cuidados de ONGs ou protetores independentes. “Cada ONG terá o direito de cadastrar 120 animais e poderá substituir as vagas que abrirem por outros animais. Elas poderão convidar protetores independentes, que conseguirão cadastrar até 20 bichos”, explicou à Revista Galileu.

Infelizmente, o processo de construção da plataforma acabou por ser mais complicado do que esperado e apesar de ter sido agendado o seu lançamento para 2018, este acabou por ser adiado, não havendo ainda uma data específica.

“Demorei muito tempo para estruturar como ele funcionaria porque não bastava somente achar bichos fofinhos e pessoas interessadas. Eu precisei criar todo o suporte para que ONGs promovessem o encontro dos animais com pessoas bacanas dentro daquilo que acreditamos ser uma posse responsável”, explicou a psicóloga.

Mesmo tendo conseguido arrecadar cerca de R$ 15 mil através de um financiamento colectivo, o valor não foi o suficiente para toda a estrutura que precisava. “Tive que me virar para fazer o site com um banco de dados potente, o design da marca, registros, patentes, consultoria jurídica e divulgação”, relembrou a paulista.

Ainda assim, enquanto a Tinder Pet não for lançada, podes usar outras aplicações para encontrares a tua “alma-gémea de quatro patas”, tais como:

1. DogsApp

Disponível para Android, o DogsApp tem uma plataforma muito parecida com a do Tinder. Ele une os perfis de cachorros através da localização, e avisa caso aconteça um “match” entre os bichos. É possível criar álbuns de fotos dos animais e conversar com os donos do outro animal em num chat. O usuário também pode especificar que tipo de cachorro estás à procura, informando a idade, o sexo e o perímetro da localização desejada.

2. MyDoggy

Com uma interface simples, o MyDoggy encontra perfis de cachorros que podem ser interessantes para o usuário a partir de um mapa do Google. É possível informar a raça e determinar as preferências para se relacionar. O usuário pode preencher o perfil do cão, colocando uma foto e dados como raça, sexo, aniversário e as suas características físicas e comportamentais. O dono do animal também tem direito a um perfil, com e-mail e telefone para contato.

3. Social Pet

Este site permite criar um perfil detalhado do animal e conectá-lo a outros bichos. Um diferencial do Social Pet é a possibilidade de cadastrar qualquer tipo de animal, seja ele doméstico ou não. Ou seja, além de cães, gatos e pássaros, podes cadastrar leões, tigres e outros animais selvagens para encontrar parceiros para um relacionamento.

4. CruzaPet

O site CruzaPet permite que cadastres vários animais diferentes e procure pretendentes para cada um deles, de acordo com as suas preferências individuais. São aceites apenas animais domésticos, como cachorros, gatos, roedores, tartarugas e aves. Para atrair parceiros interessados, preenches o perfil com fotos e informações precisas do animal, como idade, tamanho, sexo, pedigree, cor e características físicas e temperamento.

Fonte: Razões Para Acreditar

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