Corinne Wardle, de País de Gales, havia notado mudanças átipicas em sua recém-nascida. Na época, a neném, Molly Wardle-Hampton, tinha apenas 12 semanas.

A mãe conta que passou meses observando todos os sintomas de Molly. O que mais chamava atenção eram os crescimentos nas áreas mais moles da cabeça, exatamente na parte onde seu crânio não havia se formado por completo.

Outro fator importante, além de ter a inclinação de um lado da cabeça, Molly também estava vomitando e mantinha um olhar fixo perceptível.

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Ao perceber que a cabeça de sua filha estava com um tamanho “anormal”, a mãe da bebê a levou para realizar exames e ficou devastada ao saber que sua filha tinha um tumor ependimoma em seu cérebro.

Felizmente, o tumor foi encontrado a tempo de Molly poder realizar a cirurgia a fim de removê-lo.

Após isso, a bebê passou por uma ressonância magnética, onde foi possível ver que ela estava bem e saudável.

Desde que ocorreu isso, Corinne começou a trabalhar com o Brain Tumor Research, com intuito de conscientizar outros pais sobre sempre estarem atentos aos sinais.

“Nos primeiros meses de sua vida, Molly não podia ser abatida e chorava o tempo todo – como se estivesse com dor. Olhando para trás, esse foi um dos sintomas que juntou tudo”, disse Leah, a enfermeira que cuidou de Molly.

Logo depois da cirurgia, a bebê já teve mudanças de comportamento. Dessa forma, Corinne fica emocionada com a melhora de sua filha.

“Pela primeira vez em sua vida, Molly se deitou de costas, olhando pela janela, balbuciando. Fiquei emocionado, pois nos últimos três meses ela não podia ser abatida”.

Após realizar seus exames de ressonância magnética, Molly não teve mais nenhum crescimento do tumor e ela logo que finaliza seu tratamento.

Imagem de Capa: Brain Tumour Research





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