Roer unhas quase custou um dedo: jovem de 21 anos vive drama assustador após infecção gravíssima

Roer as unhas é um hábito extremamente comum e, para muitas pessoas, parece algo totalmente inofensivo. No entanto, a história da jovem americana Gabby Swierzewski, de 21 anos, prova que esse costume aparentemente simples pode trazer consequências muito mais sérias do que se imagina.

Desde criança, Gabby convive com o hábito de roer as unhas. Segundo ela, essa mania começou por volta dos 8 anos e continuou ao longo da adolescência e da vida adulta. Na maioria das vezes, o máximo que acontecia era uma leve dor nos dedos ou alguma unha encravada ocasional. Nada que realmente despertasse preocupação.

Mas tudo mudou no início de fevereiro de 2026. Com o que parecia ser apenas mais uma unha encravada

No dia 6 de fevereiro, Gabby percebeu uma dor incomum em um dos dedos. A princípio, ela acreditou que fosse apenas mais um caso de unha encravada, algo relativamente frequente para quem tem o costume de roer as unhas.

“Eu achei que era algo normal, porque já tinha passado por isso antes”, contou a jovem em entrevista à revista PEOPLE.

No entanto, em poucas horas, o quadro começou a piorar. O dedo ficou extremamente inchado e a dor aumentou rapidamente. Preocupada, Gabby decidiu procurar atendimento médico alguns dias depois.

Na consulta realizada em 10 de fevereiro, os médicos diagnosticaram uma infecção e prescreveram antibióticos e uma pomada para ajudar na recuperação. Mas o tratamento inicial não trouxe os resultados esperados.

Infecção piora e dor se torna insuportável

Mesmo com os medicamentos, o dedo continuava inchado e dolorido. Dois dias depois, Gabby procurou um centro especializado em tratar unhas encravadas. Lá, os profissionais tentaram drenar um possível abscesso, mas o procedimento não teve sucesso.

A única coisa que saiu foi sangue. Então ela então recebeu um segundo antibiótico, na tentativa de controlar a infecção.

Apesar disso, a situação continuou piorando. No Dia dos Namorados, 14 de fevereiro, Gabby trabalhou normalmente em seu turno como gerente de um restaurante da rede TGI Fridays, mesmo sentindo dores intensas.

Ao retirar a bandagem no final do dia, percebeu algo alarmante: o dedo estava com uma coloração roxa escura e latejava fortemente.

Emergência médica e cirurgia urgente

No dia 16 de fevereiro, a situação atingiu o limite. Gabby acordou com uma dor tão intensa que começou a chorar e quase desmaiou. Sem conseguir suportar o sofrimento, decidiu ir imediatamente ao pronto-socorro.

No hospital, os médicos realizaram uma incisão no dedo e conseguiram drenar vários abscessos cheios de pus. Mesmo assim, o inchaço continuou significativo, o que levou os profissionais a encaminhá-la para um especialista em mãos.

A avaliação trouxe uma notícia preocupante. Segundo Gabby, a médica afirmou que aquele era “um dos piores casos” que ela já havia visto em alguém tão jovem.

Poucos dias depois, em 19 de fevereiro, a jovem precisou passar por uma cirurgia urgente sob anestesia geral. Durante o procedimento, foi feita uma incisão de cerca de dois centímetros para limpar completamente a infecção.

Medo de amputação

Após a cirurgia, os médicos solicitaram exames e enviaram amostras de tecido para análise laboratorial. Havia uma preocupação real de que a infecção pudesse ter atingido o osso — situação que poderia exigir a amputação do dedo.

Foram dias de muita ansiedade e medo. Mas, felizmente, em 4 de março, Gabby recebeu a notícia que tanto esperava: a infecção estava controlada e não seria necessário remover o dedo nem passar por outra cirurgia.

Experiência virou alerta

Depois do susto, Gabby passou a encarar o hábito de roer unhas de forma completamente diferente. O que antes parecia apenas uma mania inofensiva agora é visto como um risco real à saúde.

“Eu não fazia ideia de que algo assim poderia acontecer. Acho que muita gente também não sabe”, afirmou.

@gabbyswierzewski_ can’t wait for tomorrow #foryoupage #foryou #cyst #finger ♬ original sound – M

Agora, ela tenta abandonar o hábito definitivamente e decidiu compartilhar sua história para alertar outras pessoas sobre os perigos escondidos por trás de um costume aparentemente simples.

Segundo a jovem, encontrar estratégias para controlar o estresse pode ser fundamental para quem sofre com o impulso de roer as unhas. Entre as alternativas que ela já tentou estão esmaltes com gosto amargo, unhas postiças e até mascar chiclete para distrair a mente.

Apesar das recaídas, Gabby acredita que a experiência traumática pode finalmente ajudá-la a quebrar esse ciclo. E sua história deixa um recado claro: pequenos hábitos do dia a dia podem ter consequências muito maiores do que imaginamos.

“Ainda me pego tentando roer as unhas, mas em vez de roer com força, acabo apenas mordiscando. Rapidamente paro e reavalio o que estou fazendo”, diz Swierzewski. “Acredito plenamente que desta vez terei sucesso e que o hábito vai acabar.”

@gabbyswierzewski_ nail biting did this #fyp #foryoupage #paronychia #er ♬ original sound – arisa 🤩

Imagem de Capa: Reprodução/Arquivo pessoal





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