Dar uma de sonsa. É isso que faço quando ouço comentários negativos da vida alheia.

Semana passada, estava em um determinado local. De repente, minha companhia começou a falar mal de um conhecido nosso. Para não parecer mal-educada, ouvi com atenção cada palavra negativa dirigida a esse conhecido, entretanto, não dei margem para discussão.

Após o desabafo, a mesma pediu minha opinião. Disse a ela que não tenho nada contra o tal “alvo”, porém, prefiro não opinar. Até porque, não tenho nada a ver com isso.

É inevitável. Somos seres humanos, e vivemos uma vida social, no entanto, coisas que não são da nossa alçada, devem caminhar distantes de nós.

““Não sei, não vi, não ouvi”, palavrinhas como essas, tem me ajudando a fugir de verdadeiras emboscadas.”

Finjo-me de sonsa para não discutir assuntos irrelevantes, e isso tem sido ótimo. “Não sei, não vi, não ouvi”, palavrinhas como essas, tem me ajudando a fugir de verdadeiras emboscadas.

Aprenda que se falam mal de alguém para você, podem falar mal de você para alguém. Sim! Existem pessoas que sentem prazer em falar mal dos outros pelo simples fato de sentirem- se bem. Fuja de pessoas assim.

A gente não perde tempo numa prosa. A gente perde tempo se a prosa não for com alguém interessante. Conversas que não somam em nossa vida, devem ser cortadas.

“Nessas horas, a sensibilidade é primordial.”

É preciso ter discernimento do que é bom ou não é. Nessas horas, a sensibilidade é primordial. Ela nos mostra com quem devemos gastar nossa energia, e de quem devemos fugir.

Não dê abertura para comentários maldosos. Mude de assunto, saia da roda, dê seu jeito. Mas não propague energias ruins.

Procure selecionar suas companhias. E se você perceber que não há companhias saudáveis em certos ambientes, opte por sua própria companhia.

Por: Larissa Dias

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