O esporte mundial perdeu hoje o maior jogador da história do futebol. Hoje, o Brasil perdeu o seu maior ídolo de todos os tempos.

Pelé morreu nesta quinta-feira (29), mas não foi apenas grande. Foi o maior. Foi o rei do futebol.

O eterno camisa 10 da seleção brasileira morreu aos 82 anos, após um mês de internação no hospital Albert Einstein, em São Paulo, , onde reavaliou o tratamento quimioterápico e foi diagnosticado com uma infecção respiratória.

O ex-jogador Edson Arantes do Nascimento não resistiu a complicações de um câncer no cólon e morreu às 15h27, em decorrência de falência múltipla dos órgãos associado à sua condição clínica prévia, segundo o boletim médico. Ele deixa seis filhos.

Pelé estava internado para cuidados paliativos, recebendo medidas de conforto para aliviar dores e falta de ar.

Em setembro do ano passado, Pelé passou por uma cirurgia para a retirada de um tumor e chegou a ficar estável, mas teve de retornar para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) alguns dias após o procedimento cirúrgico, depois de um quadro de instabilidade respiratória.

Entretanto, ele se recuperou e foi encaminhado para a unidade de tratamento semi-intensivo.

O Boletim médico divulgado na quarta-feira (21) afirmou que Pelé apresentava “progressão da doença oncológica” e que requeria” “maiores cuidados relacionados às disfunções renal e cardíaca”.

Kely Nascimento, filha de Pelé, publicou no Instagram uma homenagem ao pai, sobre o que ele representou na vida para eles: “Tudo que nos somos é graças a você. Te amamos infinitamente. Descanse em paz”, escreveu.

“Eu nunca pensei que ia ser grande”, afirmou Pelé em entrevista exclusiva à CNN, em 2020.

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