Após ser detida nos Estados Unidos, a influenciadora Katiusca Torres Soares, de 34 anos, é  encaminhada a uma penitenciária em Belo Horizonte, Minas Gerais.

Imagem de G1

Kat Torres, como é conhecida, é suspeita de ter feito pelo menos 20 vítimas, tendo mulheres, crianças e dois homens. Há pessoas nos Estados Unidos e no Brasil, de acordo com a advogada Gladys Pacheco.

A advogada representa Desirrê Freitas, uma das vítimas de Kat, que gerou uma polemica nas redes sociais após ficar desaparecida nos Estados Unidos.

Mais 19 pessoas, acusam Kat de crimes como tráfico de pessoas, redução a condição análoga à de escravo, favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança ou adolescente ou de vulnerável, charlatanismo, calúnia, injúria e difamação.

A advogada relata: “as vítimas foram manipuladas e instruídas a trabalhar para Kat, que foram aliciadas e foram reduzidas à condição análoga à escravidão, ou seja, trabalharam sem receber, com jornadas exaustivas, tiveram privação de sono e, foram induzidas a prostituir e dar todo o seu dinheiro a Kat”.

Kat Torres se apresentava como coach e guru espiritual nas redes sociais, juntando milhares de clientes pelo mundo. Porém, depois que as famílias de duas brasileiras denunciaram o desaparecimento de duas jovens que viviam com ela, Kat passou a ser alvo de investigação.

Com isso, em outubro o caso foi exposto em várias redes sociais, assim chamando a atenção para a situação.

No mesmo mês, uma das jovens procuradas aparece e diz que havia conseguido fugir do cativeiro, mas que a amiga, que era Desirrê Freitas, ainda estava no local.

Em 2 de novembro nos Estados Unidos, ambas as jovens e Kat, foram presas no Estados Unidos, segundo a polícia de imigração, elas estavam ilegais no país.

No dia 18 de novembro, depois de ser deportada, Kat Torres desembarcou no Aeroporto de Belo Horizonte, em Confins, em BH. Sendo recebida pela Polícia Federal.

A Polícia Federal foi responsável cumprir um mandado de prisão que havia sido expedido pela 5ª Vara Criminal de São Paulo. Os bens da suspeita, como o celular e documentos, foram apreendidos.

No dia 19 de novembro Kat deu entrada no Complexo Penitenciário Feminino Estevão Pinto, em Belo Horizonte. A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), informou terça-feira (22).

Imagem de Capa: Reprodução/G1

 

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