Reflexão

Mulher sacrifica sua vida para cuidar dos pais idosos e do irmão com paralisia cerebral: ‘Eu carrego todo mundo’

Uma mulher deu exemplo de dedicação e amor aos familiares com necessidades especiais, deixando até mesmo sua vida para trás para assumir grandes responsabilidades.

No Profissão Repórter desta terça-feira (9), foi apresentada a história de mulheres que encaram diariamente o desafio de cuidar de múltiplas gerações em suas próprias casas.

Entre elas está Eliane Reco, cuja vida mudou drasticamente quando assumiu a responsabilidade pelos cuidados de seus pais idosos e de seu irmão com paralisia cerebral.

Osvaldo, o pai de Eliane, foi vítima de um sequestro relâmpago em São Paulo, resultando em um acidente que o deixou com limitações físicas.

Desde então, Eliane tornou-se a principal cuidadora, não apenas de seu pai, que agora enfrenta o Alzheimer e está acamado, mas também de sua mãe, Maria das Dores, de 81 anos, e de seu irmão de 60 anos, que enfrenta os desafios da paralisia cerebral.

“Eu carrego todo mundo, né? Eu assumi uma casa com suas coisas, médico, banco, supermercado, filho para levar na escola e no inglês, médico de filho”, relata Eliane.

Além de enfrentar as demandas físicas e emocionais de cuidar dos entes queridos, Eliane também teve que lidar com o processo de divórcio durante esse período desafiador.

“E, nesse meio tempo, no ano passado, eu ganhei o divórcio, porque não é qualquer pessoa que entende a situação. Mas, a minha família não tinha como abandonar porque eles não teriam ninguém para cuidar. Eu até arrumei um cuidador dia sim e dia não, meio período, mas não dá para colocar todos os dias”, diz Eliane.

Dar remédios, cuidar da higiene dos acamados, limpar a casa: essa se tornou a rotina diária de Eliane, que abdicou de sua vida pessoal para garantir o bem-estar de seus familiares.

Eliane também destaca a importância do suporte psicológico que buscou no passado: “Eu estava fazendo terapia particular, porque eu precisei de ajuda principalmente na época da separação. Eu parei e não retornei ainda, mas preciso voltar”.

Além das preocupações emocionais, a saúde física de Eliane também é uma prioridade. “O duro é a coluna, eu estou cuidando, eu estou passando no ortopedista. Eu tenho que me cuidar, porque se, eu não estiver bem, eu não consigo fazer nada para ninguém”, destaca ela.

Nessa jornada de abnegação e amor incondicional, Eliane representa inúmeras pessoas que sacrificam suas próprias vidas para cuidar daqueles que mais amam. Sua história é um testemunho inspirador de dedicação familiar e resiliência.

Imagem de Capa: Reprodução TV Globo

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