Segundo diferentes correntes da espiritualidade, manter fotos de pessoas falecidas expostas em porta-retratos pode interferir diretamente no equilíbrio energético do ambiente e até na vida emocional de quem permanece.
Essa crença está presente em tradições espiritualistas, esotéricas e filosóficas que defendem a importância do desapego, do respeito aos ciclos da vida e da morte e da preservação da harmonia espiritual.
De acordo com esses ensinamentos, a imagem de uma pessoa falecida funciona como um ponto de conexão energética. Ao manter a foto constantemente visível, a pessoa viva estaria, mesmo que de forma inconsciente, evocando a presença daquele que já partiu.
Para a espiritualidade, isso pode dificultar o descanso espiritual do falecido e também afetar quem permanece, criando uma ligação excessiva entre dois planos diferentes de existência.
Um dos principais alertas espirituais é que a exposição constante dessas imagens pode gerar uma aura pesada no ambiente. Isso não está relacionado ao fato de o ente querido ter sido uma pessoa boa ou má em vida, mas sim ao entendimento de que a energia da morte pertence a outro ciclo.
Ambientes como salas, quartos e locais de convivência devem favorecer a renovação, a vitalidade e o fluxo de energia positiva, algo que, segundo essas crenças, pode ser prejudicado quando se mantém a memória visual permanente de alguém que já desencarnou.
Além disso, algumas vertentes espiritualistas acreditam que, se a pessoa falecida carregava conflitos emocionais, dores profundas ou desequilíbrios espirituais em vida, essas vibrações podem ser ativadas por meio da evocação constante.
Isso poderia gerar uma relação de dependência energética, conhecida como obsessão espiritual, em que tanto o vivo quanto o desencarnado permanecem presos um ao outro.
A espiritualidade faz uma distinção importante: guardar fotos não é um problema. Rever imagens em momentos pontuais, com respeito e saudade equilibrada, não causa interferência energética negativa.
O que se recomenda evitar é manter essas fotos sempre à vista, em porta-retratos, altares ou locais de destaque, pois isso reforça a evocação contínua.
O ideal, segundo essas crenças, é permitir que a lembrança exista no coração, não como um elo fixo no ambiente físico. Dessa forma, a pessoa falecida pode seguir seu caminho espiritual, e quem ficou consegue avançar emocionalmente, sem culpa ou apego excessivo.
Na visão espiritual, a morte não representa o fim, mas sim uma transição para outro estágio de existência. Aceitar esse processo é fundamental para a evolução de ambas as partes. Manter fotos expostas pode simbolizar resistência à mudança e dificuldade em aceitar o encerramento de um ciclo.
Por isso, muitos ensinamentos espirituais orientam que o lar seja um espaço de vida, movimento e renovação de ciclos, onde as energias estejam alinhadas com o presente e com o futuro. Honrar quem partiu não significa mantê-lo preso à matéria, mas sim desejar paz, luz e liberdade em sua nova jornada.
Assim, tanto quem ficou quanto quem partiu podem seguir seus caminhos com mais leveza e harmonia.
Imagem de Capa: Canva
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