Recentemente, imagens gravadas flagraram o padre Luciano Braga Simplício na casa paroquial de Nova Maringá (MT) na companhia de uma jovem que seria noiva de um fiel da igreja.
No vídeo, que viralizou nas redes sociais, mostra o noivo e parentes tentaram abrir a porta do cômodo; que ao entrar, encontraram a mulher escondida no banheiro, embaixo da pia. Nas gravações, o padre aparece sem camisa (apenas de short) e a mulher constrangida ao se deparar com o noivo.
O homem ironiza a atitude da mulher. “Olha, que bonitinha, escondidinha”, diz ele. Enquanto a noiva então pede “por favor” para que o noivo vá embora com ela da casa paroquial.
A repercussão foi rápida: a Diocese de Diamantino informou que instaurou procedimento interno (medidas canônicas) para apurar a conduta do sacerdote, cerca de dois a três dias após a circulação do vídeo. A diocese pediu “compreensão e oração” aos fiéis enquanto as apurações são feitas.
Em áudio que circulou em grupos de mensagem, o padre Luciano afirmou que não houve relação íntima e descreveu o episódio como um mal-entendido. Segundo ele, a mulher teria pedido apenas para usar um quarto externo e o banheiro da casa paroquial para tomar banho e se recolher após trabalhar na igreja.
O religioso também teria afirmado que, no momento em que os visitantes chegaram, ele estava tomando banho. Essas declarações têm sido repercutidas por veículos que acompanharam o caso.
Pelo Código de Direito Canônico (1973/1983, rito latino), relações afetivas de sacerdotes que vivem sob o voto de celibato são tratadas como infração grave, passível de medidas disciplinares internas e canônicas.
Por isso, investigações desse tipo costumam ser conduzidas com seriedade pelas dioceses para preservar o “testemunho” pastoral e a credibilidade da instituição.
Além do procedimento canônico, o episódio provocou forte repercussão na pequena comunidade de Nova Maringá: perfis e páginas locais compartilharam o vídeo, e o próprio pároco apagou perfis que mantinha nas redes sociais após o caso viralizar, segundo apurações.
A Diocese afirmou que “todas as medidas previstas estão sendo tomadas”, sem, até o momento, divulgar punições ou decisões finais publicamente.
Imagem de Capa: Arquivo Pessoal/Reprodução
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