O período menstrual é uma fase natural do corpo feminino, mas isso não significa que não exija cuidados específicos. Desta forma, pequenos hábitos do dia a dia podem impactar diretamente a saúde íntima, muitas vezes sem que você perceba.
Segundo ginecologistas, alguns erros são mais comuns do que parecem — e podem causar desde desconfortos leves até problemas mais sérios, como infecções.
Entender o que evitar é tão importante quanto saber o que fazer. A seguir, você vai conhecer dois erros graves que muitas mulheres ainda cometem durante o período menstrual — e como corrigi-los de forma simples e eficaz.
Um dos equívocos mais frequentes é não trocar o absorvente com a frequência adequada. Pode parecer algo básico, mas muitas mulheres acabam adiando a troca por praticidade, rotina corrida ou até por acreditar que “ainda dá para esperar mais um pouco”.
Esse hábito pode ser prejudicial porque, quando o absorvente permanece por muito tempo em contato com o fluxo menstrual, cria-se um ambiente úmido e propício para a proliferação de bactérias e fungos. Isso pode resultar em mau odor, irritações, coceiras e até infecções vaginais.
A recomendação dos especialistas é trocar o absorvente externo a cada 3 a 4 horas, ou SEMPRE que estiver úmido. Manter a região limpa e seca é essencial para preservar o equilíbrio da saúde íntima.
Outro erro comum — e muitas vezes subestimado — é dormir com absorvente interno. Embora possa parecer uma solução prática para evitar vazamentos durante a noite, esse hábito não é o mais indicado.
Durante o sono, o absorvente interno pode permanecer por várias horas sem troca, o que aumenta o risco de irritações, corrimentos e infecções. Isso acontece porque o fluxo menstrual fica retido por muito tempo, criando um ambiente favorável para o crescimento de micro-organismos.
Para dormir com mais segurança, ginecologistas recomendam optar por absorventes externos noturnos ou alternativas como calcinhas absorventes, que oferecem proteção sem comprometer a saúde.
Cuidar do corpo durante o período menstrual vai muito além de lidar com o desconforto. Trata-se de respeitar os sinais do organismo e adotar práticas que promovam bem-estar e prevenção.
Pequenas mudanças de hábito fazem toda a diferença — e cuidar de si mesma nunca deve ser visto como algo secundário.
Imagem de Capa: Canva
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