Em situações de privação de liberdade, como sequestros ou violência doméstica, a vítima pode enfrentar dificuldades para pedir ajuda, especialmente se o agressor estiver presente.
Portanto, sinais discretos e estratégias de comunicação são cruciais para garantir a segurança da vítima e facilitar o socorro.
Em 2020, o Conselho Nacional da Justiça (CNJ), lançou uma campanha para desenhar um “X” vermelho na palma da mão. Desse modo, compartilhando uma medida eficaz para vítimas de violência doméstica.
A campanha ganhou apoio de milhares de farmácias, prefeituras, órgãos do Judiciário e agências bancárias no Brasil. Por isso, quando alguém exibe esse sinal, os atendentes registram discretamente informações de contato e acionam a Polícia Militar.
Se necessário, a vítima é levada a um local reservado para aguardar a chegada das autoridades, garantindo sigilo e segurança.
A professora Tatiana Daré, da Universidade de Brasília (UnB), destaca o gesto de dobrar os dedos sobre o polegar como uma forma discreta de pedir socorro, especialmente útil quando a comunicação verbal é impossível.
Esse sinal ganhou popularidade nas redes sociais e a Polícia Militar de São Paulo o promoveu. Dessa maneira, você pode usá-lo em chamadas de vídeo, em locais públicos ou durante interações informais.
Outra estratégia é usar aplicativos de entrega ou transporte para enviar pedidos de socorro. Desse modo, a vítima pode inserir uma mensagem de emergência na observação do aplicativo ou, em casos extremos, jogar papéis com mensagens para vizinhos ou pessoas próximas, que podem então acionar a polícia.
Imagem de Capa: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
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