Nas redes sociais, o caldo de ossos, vem conquistando aqueles que buscam melhorar sua saúde e bem-estar. Apelidado de “ouro líquido”, o caldo ganhou esse nome pela sua fama de fortalecer o intestino, melhorar articulações e até rejuvenescer a pele.
Mas afinal: o que é mito, o que é verdade e o que a ciência realmente confirma?
Portanto, neste artigo, descubra como o caldo de ossos age no organismo, quais são os benefícios e quais pontos exigem cautela.
O caldo de ossos é feito a partir do cozimento lento de ossos carnudos, principalmente os das articulações, por um longo período, geralmente entre 12 e 48 horas. Diferente de caldos comuns, ele usa ossos ricos em colágeno, cartilagem e tecido conjuntivo, como:
Durante a fervura prolongada, esses tecidos liberam colágeno, gelatina, aminoácidos e minerais, formando um líquido concentrado, nutritivo e mais espesso quando resfriado.
O principal interesse científico no caldo de ossos está no seu potencial de apoiar a saúde da mucosa intestinal. Ele contém aminoácidos importantes, como:
De acordo com estudos em animais, os camundongos que consumiram caldo de ossos por alguns dias tiveram menos inflamação intestinal e menor dano na mucosa.
Em humanos, ainda não há estudos conclusivos sobre o caldo em si, mas existem evidências de que a suplementação de glutamina pode ajudar a reduzir a inflamação e a permeabilidade intestinal em determinados casos.
Ou seja, é plausível que o caldo de ossos ajuda na saúde intestinal. Contudo, lembre-se: ele não deve ser tratado como cura milagrosa para problemas gastrointestinais.
Grande parte da proteína presente no caldo de ossos vem do colágeno. Quando aquecido por horas, o colágeno se transforma em gelatina e libera aminoácidos que podem contribuir para:
No entanto, estudos mostram que a quantidade de colágeno pode variar bastante de um caldo para outro, especialmente entre versões caseiras e industrializadas.
Existe uma teoria de que os aminoácidos do colágeno poderiam ajudar tendões, cartilagens e ligamentos a produzirem seu próprio colágeno. Alguns estudos pequenos indicam que:
Porém, isso ainda não foi comprovado diretamente com o caldo de ossos.
Portanto, ele pode contribuir como apoio nutricional, mas não substitui tratamentos médicos.
O colágeno está diretamente ligado à firmeza e elasticidade da pele.
Alguns estudos sugerem que suplementos de colágeno podem trazer benefícios para a pele, mas muitos deles foram financiados por empresas do setor, o que exige cautela na interpretação.
Apesar das limitações científicas, ele pode contribuir para:
Além disso, é frequentemente considerado leve para o estômago, sendo útil em períodos de convalescença ou perda de apetite.
O consumo também exige atenção:
Caldo de ossos industrializados podem conter altas quantidades de sódio. Prefira versões caseiras ou leia bem os rótulos.
Alguns estudos apontam que ossos podem liberar pequenas quantidades de chumbo durante o cozimento prolongado. Por isso, moderação é essencial.
Para uma versão mais nutritiva:
O caldo de ossos não é uma solução mágica, mas pode sim ser um excelente aliado para a saúde digestiva e nutricional quando usado com equilíbrio.
Se inserido dentro de um estilo de vida saudável, ele pode ajudar a fortalecer o organismo de dentro para fora — mas sempre com consciência e sem promessas milagrosas.
Imagem de Capa: Canva
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