Com o avanço nas pesquisas sobre os usos medicinais da cannabis, possíveis soluções promissoras para diversas condições de saúde estão sendo descobertas. Recentemente, uma descoberta revelou o potencial da maconha no tratamento do Alzheimer, uma doença neurodegenerativa que afeta a memória e a cognição.
Portanto, neste artigo, iremos explorar como a cannabis pode desempenhar um papel crucial na desaceleração do declínio cognitivo associado à doença de Alzheimer.
O Alzheimer é um tipo de demência que compromete o funcionamento cerebral, levando a perdas progressivas de memória, dificuldades na resolução de problemas e alterações comportamentais.
De acordo com a Associação de Alzheimer, os primeiros sinais podem surgir a partir dos 40 ou 50 anos, com uma progressão acelerada em relação ao envelhecimento normal do cérebro.
Os sintomas principais incluem:
A principal causa do Alzheimer é o acúmulo de placas de beta-amiloide no cérebro, levando a inflamação, morte celular e perda progressiva das funções cognitivas.
Pesquisadores do Instituto Salk, na Califórnia, descobriram que os canabinóides presentes na maconha, como o THC e o CBD, podem ajudar na remoção das placas beta-amiloides.
Dessa maneira, estimulando os receptores canabinóides do cérebro, reduzindo a resposta inflamatória e prevenindo a morte celular.
De acordo com os estudos, o THC pode estimular a remoção de beta-amiloides, reduzindo a neurotoxicidade. Já o CBD possui propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, protegendo os neurônios.
Os canabinoides atuam como inibidores da enzima 5-LOX, prevenindo a progressão da doença.
A Endocannabinoid Research Group, na Itália, também identificou que o sistema endocanabinóide tem um papel crucial na proteção do cérebro contra os efeitos do Alzheimer.
Assim, sugerindo que os canabinóides podem reduzir a hiperatividade da proteína tau, um dos principais fatores associados à doença.
Mesmo que os resultados sejam promissores, ainda é preciso de mais pesquisas que consigam comprovar a segurança e a eficácia do uso da maconha medicinal no tratamento do Alzheimer.
Atualmente, alguns países e estados permitem o uso de cannabis terapêutica para pacientes com doenças neurodegenerativas. Desse modo, destacando os benefícios do CBD na redução da ansiedade, melhora do sono e proteção neuronal.
Com mais estudos e regulamentação adequada, a maconha pode se tornar um importante recurso terapêutico na luta contra o Alzheimer.
Imagem de Capa: Canva
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