Um vídeo de apenas 60 segundos tem emocionado milhares de pessoas ao mostrar, de maneira impactante, como é vivenciar o mundo por meio da percepção de alguém com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Em pouco tempo, a simulação convida o público a experimentar a realidade sensorial que muitas crianças, adolescentes e adultos enfrentam diariamente — algo que permanece invisível para a maioria.
A sobrecarga sensorial acontece quando o cérebro recebe mais estímulos do que consegue processar.
Sons, luzes, movimentos, texturas, cheiros e até pequenos detalhes que passam despercebidos por pessoas neurotípicas podem se transformar em um turbilhão de informações incômodas, confusas e, em alguns casos, dolorosas para uma pessoa autista.
O vídeo ilustra exatamente isso:
• Luzes que piscam com intensidade aumentada,
• Ruídos que ecoam e se sobrepõem,
• Movimentos ao redor que parecem agressivos,
• Ambientes comuns que se tornam imprevisíveis e assustadores.
A experiência, mesmo simulada, é suficiente para gerar desconforto em quem assiste — e é apenas uma fração do que muitos autistas experimentam todos os dias.
Porque ele traduz em imagens e sons algo que palavras muitas vezes não conseguem explicar. Fala-se muito sobre o TEA, mas poucas pessoas realmente compreendem o que significa viver em constante alerta sensorial.
A grande mensagem desse conteúdo é clara: não é exagero, não é frescura — é real. A sobrecarga sensorial é exaustiva, desgastante e pode interferir diretamente na comunicação, no comportamento e no bem-estar emocional da pessoa autista.
Assistir a essa simulação é um convite para ampliar a sensibilidade. Ao compreender a intensidade desses estímulos, familiares, educadores, profissionais de saúde e toda a sociedade têm mais condições de acolher com respeito, evitar julgamentos precipitados, criar ambientes mais amigáveis e oferecer suporte emocional de maneira mais assertiva.
Cada pessoa no espectro tem suas particularidades — algumas são mais sensíveis a som, outras à luz ou ao toque. O importante é lembrar que o mundo sensorial de alguém com TEA é único e merece ser reconhecido com carinho e compreensão.
Imagem de Capa: Reprodução
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