Recentemente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, emitiu um decreto polêmico que restringe o hasteamento de bandeiras em edifícios federais nos Estados Unidos e ao redor do mundo.
Segundo o decreto, chamado de “bandeira única”, determina que apenas a bandeira dos Estados Unidos ou outras relacionadas ao governo podem ser exibidas em instalações oficiais.
Dessa forma, incluindo os consulados, embaixadas e outros edifícios sob jurisdição americana, tanto no país quanto no exterior.
O decreto estabelece que a bandeira dos EUA representa os valores de “justiça, liberdade e democracia” que unem os americanos, conforme afirmou Trump em comunicado. No entanto, a decisão gerou controvérsia por proibir o uso de bandeiras relacionadas a causas sociais, como as do movimento LGBTQIAPN+ e do Black Lives Matter.
Embora tenha banido essas bandeiras, o decreto permite exceções: bandeiras como a de Prisioneiros de Guerra/Desaparecidos em Ação (POW/MIA) e de Detidos Injustamente ainda poderão ser hasteadas.
Além da restrição às bandeiras, Trump ordenou o fechamento de programas de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) em agências federais e instituições financiadas pelo governo, como universidades privadas.
Portanto, os programas deverão encerrar suas operações imediatamente, com os funcionários colocados em licença remunerada.
Desse modo, refletindo uma postura de oposição à agenda progressista, que Trump e aliados consideram uma ameaça aos valores tradicionais americanos.
No entanto, essa não é a primeira vez que as bandeiras do Orgulho são motivo de debate nos Estados Unidos. Em 2021, após embaixadas americanas exibirem a bandeira do arco-íris durante o mês do Orgulho. Desse modo, os republicanos tentaram aprovar o “Old Glory Only Act”, que buscava banir o hasteamento de bandeiras não oficiais.
A medida, porém, não foi adiante.
Agora, sob a liderança de Trump e com o novo Secretário de Estado Marco Rubio, a proibição foi implementada de forma abrangente. Assim, gerando apoio entre conservadores.
Políticos como Marjorie Taylor Greene celebraram a decisão, chamando-a de uma vitória para os valores republicanos.
Por outro lado, grupos progressistas criticaram a decisão, acusando Trump de desrespeitar comunidades marginalizadas e de fomentar a exclusão em vez da inclusão.
Imagem de Capa: President Donald Trump/Canva
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