Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) expressou preocupação em relação à China. Desse modo, solicitou ao país informações detalhadas sobre um surto de doenças respiratórias e pneumonia não diagnosticada.
A atenção da OMS foi atraída após a mídia local compartilhar imagens de hospitais lotados, especialmente com crianças afetadas.
Desde de outubro, no norte da China, houve um aumento de casos de “doenças semelhantes à gripe” em comparação com o mesmo período dos três anos anteriores. Além disso, foram relatados casos de pneumonia infantil não diagnosticada, embora não esteja claro se estão relacionados às infecções respiratórias.
As perguntas da OMS surgiram de relatos da mídia chinesa em algumas cidades publicou vídeos de hospitais lotados com pais e crianças aguardando atendimento. Desse modo, algumas publicações nas redes sociais mostravam crianças fazendo lição de casa enquanto recebiam tratamento com gotejamento intravenoso no hospital.
De acordo com a Sociedade Internacional de Doenças Infecciosas, Programa de Monitoramento de Doenças Emergentes (ProMED), os relatórios indicam “um surto generalizado de uma doença respiratória não diagnosticada em várias áreas na China”.
Portanto, a ProMED ressalta que não está claro quando esse surto começou. Já que seria incomum tantas crianças serem afetadas rapidamente, mas sugere uma possível exposição em escolas.
A China, que manteve a política conhecida como Covid zero por quase dois anos, implementando lockdowns rigorosos, testes em massa e rastreamento rigoroso de contatos, abandonou essa abordagem em dezembro do ano passado.
Dessa maneira, as autoridades chinesas atribuíram o aumento de doenças ao relaxamento dessas restrições rígidas, que impediram a propagação de outras doenças.
O vice-diretor e principal especialista epidemiológico no Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Pequim, Wang Quanyi, declarou à mídia que Pequim “entrou em uma temporada de alta incidência de doenças infecciosas respiratórias”. Ele acrescentou que a cidade “está mostrando uma tendência de coexistência de vários patógenos”.
A OMS solicitou à China informações adicionais sobre os surtos relatados, bem como resultados laboratoriais das crianças afetadas. A organização também questionou se os surtos sobrecarregam o sistema de saúde chinês e, em caso afirmativo, em que medida.
O escritório da OMS na China descreveu as solicitações como uma verificação “rotineira”. De acordo com as regras da OMS, a China deve responder dentro de 24 horas.
Enquanto aguarda esclarecimentos, a OMS instou os residentes a adotarem medidas padrão para limitar a propagação de doenças respiratórias, incluindo vacinação, uso de máscaras, lavagem regular das mãos, distanciamento de pessoas doentes e permanência em casa quando doentes.
Com informações: New York Post
Imagem de Capa: AFP via Getty Images
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