Recentemente, o mundo dos jogos de azar invadiram a web e vem chamando bastante a atenção de todos. Dessa forma, abrindo espaço para várias atividades ilícitas, como ocorreu no Brasil, no Paraná.
Portanto, influenciadores envolvidos em um esquema que consistia em mentir para seus seguidores ao prometer riquezas instantâneas
O “Jogo do Tigre” é um jogo online que, alegadamente, oferece lucros extraordinários. A estratégia do esquema criminoso envolve a exibição de supostos vencedores ostentando carros de luxo, criando uma narrativa de sucesso fácil.
Desse modo, este jogo ilegal tem deixado vítimas financeiras em seu rastro, e as autoridades brasileiras estão agora focadas em desmantelar o esquema.
A investigação revela uma rede de influenciadores que desempenham um papel crucial na promoção do “Jogo do Tigre”. Do grupo, destacam-se figuras como Du Campelo, que passou de motoboy a proprietário de carros de luxo.
Dessa maneira, os vídeos compartilhados nas redes sociais exibem uma vida de ostentação, alimentando a ilusão de que o jogo é uma rota rápida para o sucesso financeiro.
O grupo de influenciadores, composto por Eduardo Campelo, Gabriel, Ezequiel e Ricardo, viu uma ascensão meteórica, passando de ocupações comuns para donos de carros importados.
Portanto, a polícia do Paraná observou de perto a rápida acumulação de riqueza, despertando suspeitas sobre a legalidade do processo. A divulgação do enriquecimento repentino foi o que desencadeou a intervenção das autoridades.
Em uma operação realizada no mês passado, três membros do grupo foram presos, e carros, juntamente com dólares em espécie, foram apreendidos. Estima-se que o esquema tenha movimentado cerca de R$ 12 milhões em apenas seis meses. A polícia agora busca Ezequiel, o quarto membro do grupo.
O “Jogo do Tigre” não é um fenômeno isolado. Um esquema semelhante foi descoberto no Maranhão, envolvendo a influenciadora Skarlete Melo. A polícia local apreendeu mais de R$ 1 milhão em dinheiro e veículos importados.
A investigação levou à criação de uma lei que proíbe a divulgação de plataformas de jogos de azar no estado, mas os efeitos não foram totalmente bem-sucedidos.
Além da exploração de jogos de azar, os influenciadores de ambos os estados enfrentam suspeitas de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.
A polícia acredita que o jogo do tigrinho não tenha representação legal no Brasil. A defesa dos influenciadores alega que eles não têm controle sobre a plataforma de jogos e são inocentes.
Com informações: g1
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