Num mundo onde a desigualdade social ainda é uma realidade, ainda existem países onde a diferença entre géneros é bastante acentuada, como o caso da Letônia, África do Sul e até do Brasil, sendo que as mulheres brasileiras ainda possuem pouca representatividade entre os parlamentares e recebem salários mais baixos do que os homens.
Felizmente, existem também países que lutam pela igualdade social, como o caso da Islândia, que atingiu o 1º lugar no ranking do Fórum Económico Mundial realizado em 2017, relativamente aos países com menor desigualdade entre homens e mulheres.
Uma das suas mais recentes leis proíbe as empresas e setor público de pagarem salários maiores a homens do que a mulheres. Ou seja, os órgãos governamentais e empresas do setor privado com mais de 25 funcionários terão que obter uma certificação que ateste a existência de políticas de igualdade salarial efectivas na sua organização.
As corporações que não cumprirem com este requisito serão penalizadas com multas diárias de cerca de 1 620 reais (cerca de 380€).
Empresas e grandes instituições com mais de 250 funcionários tiveram até o final de 2018 para obter essa certificação, por isso, desde o dia 1 de Janeiro, elas já podem ser multadas, caso não cumpram com a lei.
Para as empresas que tenham entre 25 e 90 funcionários, o prazo termina no final do ano 2021.
Fonte: Claudia
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