Te ver sorrir me deixa em uma paz, assim, de boa

Isso, você ao sorrir partilha de uma tranquilidade e sincronicidade que um amor ameno passeia por entre aqueles afagos de sorrisos sem explicação. Em que imagino como seria nós dois mochilando por aí escrevendo várias histórias. Você sabe do que estou falando, dessa nossa harmonia.

Daqueles amores bobos, mas não ingênuos, simples, mas não completo, de brincadeiras e, também, prosas sérias. Flertamos nessa inconstância e nos apaixonamos, não como vislumbrados, mas sim como aqueles que curtem esses acasos. Em que saudade é viver, não prometer e assim dando umas brechas pro sofrer. E amadurecer.

Te ver de boa é curtir que, quando se ama, a gente sorri à toa. Sabe por quê? Explico:

(Um desses papos entre acasos)

– Te falar, perde nunca esse sorriso não.
– Mas por que você tá falando isso?
– É porque ele é massa, leve e sincero.
– Ah…

(Ela, tímida, não sabe reagir)

E assim sem anunciar ou planejar, ambos foram ser felizes, não com as “pseudo-promessas” que podem acabar amanhã ou semana que vem, mas sim disso de compartilhar momentos e dizeres bons que acalmam a alma, limpam a mente, descompassam o coração e alucinam a imaginação.

Desses amores sem terrenos demarcados, busca por cada significado ou sentimentos antecipados. Nada disso, apenas a harmonia e caos que compõem os dois. E dizem que assim foram ser felizes, entre miojos, trilhas, vielas e cafés da vida. Simples assim, sorrindo.

TEXTO DEJonas Sakamoto
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