Poema de uma senhora aos seus 85 anos

E tu? Estás pronto para viver a melhor vida possível… e ser feliz?

A felicidade passa pelas nossas escolhas. A questão é: estás a aproveitar realmente a tua vida ou estás a deixar que os melhores momentos te passem ao lado? Estás a seguir os teus objectivos, ou estás a viver as escolhas dos outros?

Perto do fim da vida, muitas pessoas arrependem-se de não terem aproveitado tanto quanto deveriam.

Nadine Stair, aos 85 anos, escreveu um poema fantástico.

Apesar de nos falar dos seus arrependimentos, dá-nos uma excelente lição:

a de apreciarmos a vida enquanto temos tempo para isso.

“Se pudesse voltar a viver a minha vida, da próxima vez gostaria de errar mais…

Descontrairia. Faria mais disparates. Levaria menos coisas a sério.

Correria mais riscos. Acreditaria mais. Subiria mais montanhas e nadaria em mais rios.

Convidaria os amigos mesmo que tivesse nódoas no carpete, Usaria a vela em forma de rosa antes que ela se estragasse no armário,

Sentar-me-ia na relva com os meus filhos sem me preocupar com as manchas verdes na roupa.

Choraria e sorriria menos em frente à televisão e mais em frente à vida.

Contaria mais anedotas e viria o lado cômico das coisas. Descobriria menos dramas em cada esquina,
e inventaria mais aventuras.

Se calhasse, teria mais problemas reais, mas menos problemas imaginários.

É que, sabem, sou uma dessas pessoas que vive com sensibilidade e sanidade hora após hora, dia após dia.

Oh, tive os meus momentos, e se pudesse fazer tudo de novo, outra vez, teria muitos mais.

De fato, não tentaria mais nada. Apenas momentos, uns após outros, em vez de viver tantos anos à frente de cada dia.

Fui uma dessas pessoas que nunca foi a lado nenhum sem um termômetro, botija de água quente, casaco para a chuva e pára-quedas.

Se pudesse fazer tudo outra vez, viajaria mais leve do que viajei. Se tivesse a minha vida para viver de novo, começaria mais cedo a andar descalça na Primavera, e ficaria sempre assim, mesmo mais tarde, no Outono.

Iriaa a mais bailes. Cantaria muitas mais canções.

Diria muitos mais «amo-te» e «desculpa-me». E apanharia mais papoilas.”…

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