O jeito certo de discutir a relação

O problema não é o que se diz, mas como se diz.

Todo mundo conhece um casal que parece feliz, mas que na hora da desavença não fala os “males” necessários um ao outro. Perigo à vista, gente, pois viver com medo de dizer qualquer coisa para o parceiro não pode ser positivo para a relação. Trata-se de falta de cumplicidade com quem deveria ser seu braço direito! Se o marido é grosso e a esposa não o avisa, ele piora. Se ela não quer saber de sexo e o esposo não dá um toque, pena. Acredite, a DR é como injeção de penicilina: na hora dói, mas faz bem.  Sim, discutir faz parte, mas dormir brigado e guardar rancor, não! Ao menos não com quem você decidiu dividir a vida. Se teme ser levada a mal, algo está errado. Muitas vezes, o problema não é o que se diz, mas como se diz. Você pode mandar uma pessoa para aquele lugar, mas com educação, sem deboches, com humor, razão e argumentos. Será impossível ele ficar bravo. Afinal, foi coerente. Tente, então, mudar não só o tom e a forma, mas também o contexto e até mesmo o local em que você fala. Se for estressada e sem muito  humor, respire fundo dez vezes antes de desabafar. Converse em um dia bonito, quem sabe fazendo uma massagem ou tocando na mão dele. E, o mais importante, debata quando tanto você quanto ele estiverem numa boa, sem raiva um do outro.  Se no meio do papo ele rebater alguma verdade (desagradável) a seu respeito, não se esqueça de agir como gostaria que agissem contigo: abaixe a bola, admita sua responsabilidade e tente crescer a partir da realidade. Na hora, machuca o ego, mas os benefícios da humildade valem a pena. Explique que, se um estiver triste ou frustrado, outro fi sga essa energias e se incomoda junto. Isso parece óbvio, mas muitos “brigões” precisam ser alertados. Assim, ao assumir os seus próprios erros, sem “apontamento na cara”, fará o parceiro se sentir menos intimidado e mais confortável em assumir a parte dele e discutir (positivamente) a relação. Por fi m, inspire-se em conhecidos. Sabe aquela pessoa que nunca é levada a mal, mesmo dizendo algo que você já disse e foi apedrejada por isso? Então, há muito o que aprender com ela. Analise o trajeto que ela fez – certamente isso muda a forma como as pessoas se comportam com ela. Qualquer coisa, me procure!

FONTEViva Mais
TEXTO DELuiza Costa
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