Gosto de gente que “vamos? vamos!”

Não gosto de pessoas do tipo “vamos marcar”.
Porque esse tipo de pessoa nunca marca nada, já reparou?
Porque quem quem marcar marca logo, ali, no ato.
Se fossemos traduzir o “vamos marcar” seria algo do tipo:
“Eu não tô tão afim assim mas se na hora a preguiça permitir e eu estiver de bobeira a gente faz algo”.

Em alguns casos é até pior, pode ser algo do tipo:
“Eu vou ver aqui as opções A, B e C e se nenhuma delas rolar eu combino algo com você”.
Gente que cozinha as pessoas, identifique e se afaste delas.

Também não gosto daquele tipo de pessoa que não tem resposta firme para as coisas.
“Não sei”, “talvez”, “pode ser”, “vou ver”.
Essas respostas me irritam!
Ou você quer… ou você não quer. Não é tão difícil.
As pessoas podiam ser mais 8 ou 80, meios termos são atrasados de vida.

Eu gosto mesmo é de gente que chega junto.
Que quando quer ver, chama.
Que quando quer sair, convida.
Que quando tá afim, fala.
Gosto de gente que tem atitude, e essas pessoas estão em extinção.

Eu gosto daquela pessoa que você diz “vamos?” e ela responde apenas “vamos!”.
Não pergunta pra onde, não pergunta quando, não pergunta o que vai ser.
Ela simplesmente vai!
E ela vai porque ela sabe que sua companhia já vale todo o rolê.
Então onde vai ser e o que vão fazer não importa muito, só de estar junto de alguém que você gosta faz qualquer programa ficar divertido.

Gosto de gente desenrolada.
Gosto de gente que improvisa.
Precisamos de menos “Vamos combinar algo?” e mais “Pizza, sexta-feira, 20h, ok? Ok!”
Precisamos de menos “Tava pensando em sairmos qualquer dia desses” e mais “Tô indo te buscar daqui a pouco, vai se arrumando!”
Precisamos de menos gente que enrola tanto que acaba enrolada.
E no final acaba ficando sem nada.

Quem pensa demais tem atitude de menos.

A gente precisa de menos conversa e mais ação.
Muito mais ação.

 

Escrito por Hudson Baroni.

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