Carta à dona do sorriso mais legal dos últimos tempos

Sim, daqueles que só de imaginar, surge uma ponta de alegria que não tem explicação – pois este é um dos melhores motivos para estar de boa e leve. Porque você sabe bem como compartilhar, isso que as linhas que teu rosto faz ao expressar tamanha simpatia apelidada de timidez. Uma carta endereçada a ti, como um simples manifesto sobre essa sua marca que vou levar pra sempre como lembrete que: melhor que as lembranças, são os momentos que vivemos.

Encontrar contigo foi como achar um motivo sem explicação, acalmar os becos do coração. Seus dreadsdespojados denunciando sua personalidade, chinelas rasteiras e um convite para caminhar compartilhando desde medos a uma curiosidade que nos move. E acalma.

A maneira como seus olhos fecham ao receber um elogio despojado, ou como você tenta convencer o porquê de tal música merecer uma segunda chance de ser ouvida, torna tudo tão aleatório de ser vivido, quanto singelo de ser curtido. Não que sejamos hiper parecidos ou que montamos um casal desses que só o abraço entrega a vibe de nossas almas, longe disso, mas que um abraço é sinal de alma calma e deixa o coração sereno. Nesse quesito, ponto pra nós.

O som da sua gargalhada, esse é como um recado aos ouvidos de que curtir uma boa noite, basta apenas à dádiva de compartilhar um simples trato de que eu transmito boa energia daqui e você daí. Em que a cerveja é o aperitivo, a malícia o convite, o toque dos lábios e a pausa milimetricamente ensaiada entre um beijo e outro não deixam traduzir o que é esse simples ato de querer estar perto, sem ao menos conhecer por completo.

A carta não é uma declaração, uma confissão ou tentativa de traduzir algo, mas sim apenas versos de uma prosa em eterna construção da nossa cadeia de almas, trocando energias boas no desenrolar de uma alegria repleta.

E, ah! Ainda dizem que do coração a gente não entende e, às vezes, soa piegas, mas quando o canto esquerdo do peito palpita, é bom curtir essa batida inquieta. E teu sorriso foi apenas uma descoberta, incerta talvez, mas tão sincera.

FONTEAmor.ano-zero
TEXTO DEJonas Sakamoto
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